Tratamentos para Transtornos Alimentares

 Psicoterápicos e Faracológicos

 

São muitos métodos, que visam modificar a imagem corporal, fazendo com que o adolescente se conscientize de que existe um sistema integrado (corpo, psique, fatores genéticos juntamente com hábitos), buscando a compreender qual o sentido do 

transtorno em sua vida.

Sendo realizado um trabalho sobre o estilo de vida do paciente, no que se refere à nutrição,a reeducação alimentar,

unido com as atividades físicas.

FARMACOTERAPIA

 

PSICOTERAPIA DOS TRANSTORNOS ALIMENTARES EM GERAL

 

PSICOTERAPIA DA OBESIDADE

 

A PSICOTERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL APLICADA AOS TRANSTORNOS ALIMENTARES

FARMACOTERAPIA

 

 A farmacoterapia utiliza medicação antidepressiva, os inibidores de receptação de serotonina, e ansioliticos quando são necessárias para o tratamento de anorexia, bulimia e binge eating disolder .

A medicação anorexígena quando é utilizado com critérios e dentro um prazo adequado, pode ser considerado como um incentivador, pois rapidamente são perdidos pesos, fazendo com que a pessoa sinta-se gratificada e estimulada a prosseguir o tratamento. É uma forma de relação medico-paciente pode ajudar e muito ao tratamento.

As drogas anorexígenas mais modernas são consideradas mais seguras e eficientes e apresentam poucos efeitos colaterais.

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PSICOTERAPIA DOS TRANSTORNOS ALIMENTARES

EM GERAL

 

 A psicoterapia individual e a familiar são indicadas para o tratamento dos transtornos alimentares. O trabalho socio-psicoterapeutico permite que o indivíduo aprenda a se conhecer e a identificar suas emoções, sentimentos, percepções, podendo assim modificar este padrão de comportamento e a lidar melhor com as culpas, as decepções, frustrações que muitas vezes são compensadas através da ingestão de grande quantidade de comida,ou da abstinência, do vomito chegando até mesmo ao excesso de exercícios físicos.

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PSICOTERAPIA DA OBESIDADE

 

A Psicoterapia visa o tratamento dos diferentes papeis desempenhados na vida, com ênfase na mudança de estilo de vida, tais como: hábitos alimentares, sedentarismo, auto-imagem e qualidade dos relacionamentos interpessoais.

Sendo importante fazer uma investigação e em relação à gordura para o obeso. Para se adaptar ao novo peso, a nova forma física, e entender qual era o interesse prévio em ter um grande corpo em centrar sua vida na alimentação.

O terapeuta precisa investigar se o obeso possui estrutura psicológica, pelo fato de a diminuição do peso melhore a auto-estima, podendo trazer o risco de emergir tendências depressivas.

A obesidade na adolescência é muito interessante o trabalho  em grupo homogêneo, constituído exclusivamente de obesos, onde possam compartilhar suas historias, juntamente com as questões ligadas a obesidade, e também a pratica de atividade físicas como mais um aliado contra a doença.

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PSICOTERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL

APLICADA AOS TRANSTORNOS ALIMENTARES

 

Tanto a psicoterapia individual quanto a familiar devem ser iniciadas o mais breve possível quando diagnosticado qualquer transtorno alimentar. Com o diagnóstico precoce, a terapia pode mudar o foco do alimento para os problemas subjacentes de interação e desenvolvimento, antes que um estado físico severo se desenvolva. Se o distúrbio atingiu um estágio avançado, principalmente no caso de anorexia, o indivíduo pode precisar ser hospitalizado. Na crise da inanição, a situação é composta por estagnação mental e apatia.

Apesar da psicoterapia não ser eficiente até que o paciente seja renutrido, os fatores psicológicos são considerados no planejamento do tratamento hospitalar.

 

Estes distúrbios apresentam aspectos comuns e diversos níveis de análise do comportamento da pessoa, como:

 

Comportamento Alimentar  –  O comportamento de comer independe dos estados de fome e saciedade, ou seja, ele não atende a uma necessidade fisiológica de se alimentar, mas sim a uma associação desagradável associada à ansiedade e/ou depressão, descrita como um vazio e confundida com a sensação de fome;

 

Pensamento  –  Além da dificuldade em reconhecer sinais de fome e saciedade, surge pensamentos constantes sobre a própria aparência e comida, que geram desprazer ou insatisfação com a auto-imagem, a qual encontra-se baseada, quase exclusivamente na imagem corporal;

Relações Sociais  –  Sentimento de rejeição ou de ser observado e incomodado pelas pessoas. Surge, então, uma grande dificuldade de comunicar sentimentos e pensamentos, e lidar satisfatoriamente com situações sociais, principalmente as que envolvem críticas, confrontos, auto-exposição, frustrações e desapontamentos. Como resultado a pessoa passa a se retrair e se afastar do convívio social, o que a leva a se sentir solitária;


Comportamento Sexual   A pessoa apresenta, principalmente durante a adolescência, pouco interesse pelo sexo, o qual, está associado a uma dificuldade de expor o seu corpo. Na idade adulta seu comportamento pode sofrer modificações, tornando-se bastante ativo na busca de relações sexuais, mesmo que insatisfatórias, como uma forma de testar sua capacidade de ser atraente e sedutora.

As pessoas com distúrbios alimentares apresentam histórias familiares onde são comuns os seguintes aspectos: superproteção, rigidez de valores e grande ênfase em modelos estéticos que enfatizam a magreza como único modela aceitável de beleza.

 

 

O programa de tratamento cognitivo-comportamental para os distúrbios alimentares baseia-se numa série de itens que são utilizados numa ordem específica para cada paciente, levando e conta suas particularidades, além de prioridades. Ele se inicia sempre com uma coleta minuciosa de dados pessoais relevantes e uma avaliação desses dados na tentativa de se chegar a uma hipótese explicativa própria daquele paciente, bem como o estabelecimento dos objetivos do tratamento. São exemplos destes itens de tratamento:

 

* Estabelecimento de uma dieta que não seja excessivamente restrita nos casos de obesidade, mas que atenda ao objetivo de estabelecer um peso adequado e saudável, acompanhados de exercícios orientados por especialistas;

Orientação familiar;

Nos casos em que for necessário (principalmente para os anoréxicos) deve-se promover um alimento gradual da quantidade de alimento ingerido até que seja estabelecido um padrão regular de alimentação;

Focalização nas sensações de fome e saciedade, visando uma maior discriminação das mesmas;

Prática do relaxamento muscular como forma de controle da ansiedade;

Treinamento em habilidades sociais.

 

PARA O TRATAMENTO DE QUALQUER TRANSTORNO ALIMENTAR

É RECOMENDADA TERAPIA FAMILIAR JUNTO À INDIVIDUAL

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